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[DES] CONSTRUÇÕES "Amo-me a mim próprio demasiado para poder odiar seja o que for." Escrito por Sandra Freitas às 11:44:04 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Escrito por Sandra Freitas às 11:39:44 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Dentro de cada um de nós... Um louco!
Qual seu tipo de louco favorito, ou que tipo de louco é você?!
Dentro de cada um de nós há uma entidade que em momentos extremos é posta pra fora, seja pra defender honra, lutar por direitos, ou até pra se permitir sentimentos diversos. Diante de grandes decepções, ou emoções muito fortes, desperta em nós o desconhecido, uma força que nos dá ou toma coragem. Esse louco deseja se manifestar deseja expor nossos reais desejos inconscientes. Desejos tão íntimos que escondemos de nós mesmos, esses são perigosos, porque sequer temos controle sobre eles. Surgem de toda racionalidade e autocontrole excessivo, já vi muita gente diga-se idônea na vida profissional, e até meio que provinciana e recalcada na vida pessoal extravasar a tal ponto de não conseguir mais se impor diante da sociedade, o momento acaba, mas resta a lembrança. Pessoas que após anos de trabalho sendo submetidos a situações humilhantes e constrangedoras, conseguem quebrar o gelo e retrucar a altura, não que retrucar seja a conduta mais correta, pois pra coibir o assédio moral o ideal seria a denúncia seguida de um processo judicial. Mães lutando com unhas e dentes pra defender seus filhos, até deles mesmo, é o que mais se vê hoje em dia, ainda mais com o uso desenfreado de drogas, vi na t.v há um tempo o caso de uma mãe que acorrentou o filho... Mas como alguém pode julgá-la? Apenas ela sabe o sofrimento que devia estar sendo ver o filho se afundado em um vicio tão perigoso, porque a partir dele advém a participação em vários outros delitos. O que vemos quase que sempre na t.v também, e que me deixa enojada é a pedofilia, não respeitam sequer os próprios filhos, abusam e chegam até ao ponto de matá-los, esses eu julgo, mas também busco entender. O que leva alguém a atos extremos assim? Loucura, talvez, mas não dá pra simplesmente banalizar e aceitar que as coisas venham prontas e embrulhadas pra presente, teria medo de encontrar antraz, estou fora desse terrorismo químico-biológico. Esses casos são um pouco mais complicados, geralmente advém de traumas de infância, ainda não me atrevo a me aprofundar nesse assunto, a gente só escreve bem sobre o que domina. Então fica aqui mais uma questão a ser respondida do que uma conclusão. Queria mesmo entender toda essa complexidade, aqui a gente tem que matar e morrer todos os dias pra renascer no dia seguinte pronto pra ser enganado novamente, matar e morrer. Matar sentimentos, matar nossa insatisfação e revolta com tudo o que vemos e não temos o poder de modificar. Dentro de cada um de Nós um louco, mas que seja um louco manso, que foge da realidade pra dizer: _ ‘Eu te amo!” ... Ou pra defender algo precioso porque o que vale nessa vida é ser feliz e ser feliz inclui fazer quem a gente ama feliz também! Escrito por Sandra Freitas às 09:03:24 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Infância Por tempos eu acreditei em Papai Noel, Mula sem cabeça, que Elvis não havia morrido e coisa e tal! Eu vivia em um mundo sem preconceitos, eu seguia minha vida sem pensar em ninguém, sem me importar com o que podiam pensar ou falar, mas a gente cresce , crescemos e ficamos bobos demais. Perdemos os reais valores, nos perdemos do rumo da paz, que bobagem a nossa, sermos tão ignorantes a ponto de pensar antes nos outros que na própria felicidade, há algumas pessoas que fazem de tudo que se apegam a um pequeno defeito nosso e fazem dele em proporções infinitas e aceleradas, quase que um vírus contagioso e logo você se torna um leproso, um excluído da sociedade. Destrói a vida no seu próprio consciente este que está sempre com medo do conceito que os outros têm. Quando eu era criança, eu brincava de pipa, eu brigava com os garotos da rua pra poder ter o direito de jogar futebol, já tinham preconceitos, meninas não podiam jogar bola, mas eu conquistei o meu lugar ao sol. Acredito que todos têm que lutar por seus direitos. Temos capacidade de realizar o que quisermos, está em nossas mentes e em nossas mãos o poder de realização, basta acreditar e lutar por isso, como diria Heráclito, as coisas se formam no conflito, no conflito nos damos conta de evoluir. Sendo assim, não nos conformemos com o que a vida reserva, a luta diária é exercício de vida, é respeito pelo o valor que temos, pela nossa essencialidade no mundo. Portanto, sejamos crianças grandes, crianças na sabedoria, na alegria, e adultos em questão de responsabilidades, porque há de se pensar em questões praticas. A vida nos dá inúmeras chances de compreendê-la e assim sermos mais felizes, mas pra compreender a vida, temos antes que nos conhecermos. O autoconhecimento não se dá em questão apenas de gostos e estilos, falo de um profundo conhecimento, conhecer nossa alma, a nossa essência. Quando eu era criança sabia tudo que eu queria pra minha vida, sem egoísmos, eu me questionava sempre, e só desejava o que realmente me fazia feliz, eu sabia os motivos e como conseguir. Agora eu nem sempre sei se o caminho que estou seguindo é o correto, nem sempre me sinto completamente feliz com minhas decisões e embora continue a me questionar nem sempre encontro motivos suficientes. Mas a vida é aprendizado, e a cada dia temos uma chance de modificá-la, de acrescentar ao nosso ser algo que tenha valor e que nos leve a uma evolução pessoal, para que mudemos nossos destinos e também possamos compartilhar nossas experiências, pois seria muito chato ter a chave da felicidade sem poder compartilhar, no fim não seria felicidade, talvez apenas uma prisão. Já vivemos enclausurados, em todos os sentidos cabíveis da palavra, então proponho independência, nos libertarmos de todos estes conceitos que nem sabemos quem criou nos livrarmos dessa prisão mental. Nossas buscas são solitárias, mas podem sim serem auxiliadas. Então não sejamos egoístas, a ponto de não sabermos compartilhar, sejamos humanos o suficiente para aprendermos com nossos erros, e humildes o bastante para aprendermos com os outros, e com nossa criança interior.
Escrito por Sandra Freitas às 14:38:43 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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